Aventuras e desventuras dos professores, formadores, contratados ou a recibos-verdes que leccionam na Escola Pública, Profissionais, Colégios, IEFP's, Casa Pia, TEIP's em cursos de UFCD's, EFA's, EFJ's, CNO's, AEC's PIEF's, ...

Aceitam-se contributos: eanossaescolinha@gmail.com



quarta-feira, 20 de junho de 2012

A ESCOLA PÚBLICA E OS SEUS ATORES

DE PROFESSOR PARA PROFESSOR



OS PROFESSORES E OS EXECUTIVOS



OS PROFESSORES CONTRATADOS



OS PROFESSORES DO QUADRO



REUNIÃO DE GRUPO DE RECRUTAMENTO...
(QUEM É QUE POSSIVELMENTE NÃO VAI TER HORÁRIO PARA O PRÓXIMO ANO LETIVO)




OS DT DEPOIS DO CT DECIDIR PASSAR ALUNOS QUE NADA FIZERAM AO LONGO DE TODO O ANO LETIVO



OS ALUNOS QUE NADA FIZERAM AO LONGO DE TODO O ANO LETIVO

domingo, 10 de junho de 2012

Juiz diz que processo BPN atrasa porque o seu computador está “obsoleto”

06.06.2012 - 18:50 Por Lusa




O juiz do processo principal do caso BPN, Luis Ribeiro, solicitou à Direcção-Geral de Administração da Justiça (DGAJ) um computador que substitua o seu actual portátil, que está “obsoleto”, o que segundo o próprio provoca atrasos no processo.
Face à antiguidade do computador, à capacidade da memória RAM e do disco rígido, o mesmo bloqueia inúmeras vezes, obrigando a reiniciar o computador frequentemente, a reabrir várias pastas e subpastas, e as referidas bases de dados, o que tem por consequência uma perda inútil de tempo e provoca grandes incómodos no decurso normal das várias sessões de julgamento”, queixou-se o juiz no despacho produzido no final da sessão de terça-feira e ao qual a Lusa teve acesso.

O juiz explica ainda que no julgamento a que preside tem sido utilizado o computador portátil atribuído pela DGAJ para projectar inúmeros documentos digitalizados do processo, entre os quais, o designado “disco externo 33”, que contém milhões de documentos que constavam nos mais de 30 computadores apreendidos nas buscas feitas aos arguidos pelas autoridades.

É também através deste computador que é visionado nas sessões do julgamento o “cd 13”, que contém a base de dados das operações bancárias do BPN, IFI, BPN Cayman e Banco Insular. No total, toda a documentação digitalizada, bem como as bases de dados, contêm mais de 300 gigabytes, que foram integralmente transferidos para o computador do juiz.

“O computador em referência não tem a mínima capacidade para ser utilizado cabalmente na apresentação da documentação e das bases de dados”, mas esta é “a única forma viável de apresentar a mesma documentação em sede de julgamento face à sua extensão e volume”, reforçou Luís Ribeiro.

“Assim sendo, considerando que não temos um computador minimamente capacitado para os fins elencados, (...), oficie-se à DGAJ, solicitando-se a entrega ao juiz presidente deste processo um computador que tenha a capacidade suficiente (isto é, capacidade de instalação de Windows 7 e pacotes Office 2010), de forma a que este Tribunal Colectivo possa exercer cabalmente e de uma forma dignificante as suas funções, desiderato que de forma alguma é possível alcançar, antes pelo contrário, com o computador obsoleto de que actualmente dispomos”, concluiu o juiz.

Foi dado conhecimento do despacho à Secretária das Varas Criminais de Lisboa e ao Conselho Superior da Magistratura.

Esta não é a primeira vez que Luis Ribeiro reclama da falta de condições para julgar um processo desta dimensão, já que, em Fevereiro de 2011, o juiz pediu à DGAJ a disponibilização de mais armários para guardar os 70 volumes e mais de 600 apensos do processo (em papel), bem como um funcionário judicial para dar apoio no acesso aos documentos.

O juiz pretendia, já na altura, evitar os atrasos provocados nas sessões de julgamento que ocorrem sempre que há a necessidade de se consultar um documento durante as audiências, obrigando à deslocação de um oficial de justiça desde o terceiro andar (do edifício das varas criminais onde é julgado o caso, no Campus da Justiça, Parque das Nações) até à cave.

Porém, ambos os pedidos feitos no início do ano passado foram negados. Agora, 80 sessões depois do início do julgamento, Luís Ribeiro reclama por um computador com maior capacidade para poder julgar o processo.

Refira-se que, desde terça-feira, está a ser ouvido o ex-director de operações do BPN, António José Duarte, testemunha de acusação arrolada pelo Ministério Público.

O antigo presidente do BPN, Oliveira Costa, está a ser julgado por burla qualificada, branqueamento de capitais, fraude fiscal qualificada e aquisição ilícita de acções. Outras 14 pessoas ligadas ao universo SLN, como Luís Caprichoso, Ricardo Oliveira e José Vaz Mascarenhas, e a empresa Labicer, estão também acusadas por crimes económicos graves.



Se o mesmo acontecesse nas nossas escolas, os alunos não passavam do 1º ano, do ensino básico, pois não há computadores, impressoras, tinteiros, etc.

E o que fazem os stôres? Compram os seus próprios portáteis com os seus salários miseráveis e pagam-nos em 30 anos...

Não me diga, Sr.Meretíssimo Juiz, que com o seu ordenado de 4.000 euros não consegue comprar um portátil, mesmo a prestações? 

Se fosse um reles professor tinha logo um processo disciplinar, por não lançar as avaliações do 3º período atempadamente...


AH, PÁ, SÓCE, VAI MAS É TRABALHAR E DEIXA-TE DE DESCULPAS DA TRETA!

LABOR OMNIA VENCIT, já dizia o Virgílio... 

terça-feira, 5 de junho de 2012

AH, PÁ, SÓCE?

Há uns dias fiquei chocado com o DR. JOGADOR DA BOLA, SR. RONALDO a tratar o SR. CAVACO por...

"VOCÊ"

TANTO DINHEIRO E NÃO LHE DÃO AS MÍNIMAS REGRAS DE ETIQUETA PROTOCOLAR?

SE FOSSE O SR. FERNANDO GOMES, FICAVA NO MÍNIMO ENCAVACADO!

Ronaldo garante a Cavaco equipa concentradíssima

sábado, 2 de junho de 2012

LÁ PAGASTE O QUE DEVIAS... NÃO FIZESTE MAIS DO QUE A TUA OBRIGAÇÃO! E FOSTE MESMO OBRIGADO!

MAIS TRÊS TIROS NO PORTA-AVIÕES!

FAZ-ME LEMBGAGUE UMA FGASE HISTÓGUICA:

POG ESTE ANDAGUE, O BAGCO AINDA VAI AO FUNDO!


(Private Joke)

ALGUNS ESCLARECIMENTOS DO MEC...




Membro da FENPROF •  Contactos: T             239 851 660       • F - 239 851 666 • M sprc@sprc.pt • www.sprc.pt 


FENPROF obtém esclarecimentos
sobre relatório de auto avaliação

Perante atitudes contraditórias das escolas relativamente à entrega do relatório de auto-avaliação dos docentes dos quadros ("de carreira",  na terminologia do MEC) a FENPROF solicitou e obteve do MEC os seguintes  esclarecimentos:
- Este ano, os docentes dos quadros não entregam relatório de  auto-avaliação. Estes docentes, recorde-se, só serão avaliados no ano anterior à progressão. Portanto, este ano nunca seriam avaliados. Esclarece-se agora que  também não necesitam de entregar o relatório.

- Para os docentes contratados, dada a obrigatoriedade da avaliação anual, aguardam-se esclarecimentos do MEC sobre a formação contínua. Não tendo havido oferta gratuita necessária e considerando que os docentes  contratados, por norma, são preteridos relativamente aos dos quadros na selecção consideramos que não podem ser prejudicados na sua avaliação. A FENPROF enviou já ao MEC em 9 de Maio um ofício solicitando o necessário esclarecimento às escolas sobre esta matéria.

• Para aceder à nota informativa da DGAE seguir esta ligação 

http://www.dgae.min-edu.pt/c/document_library/get_file?p_l_id=1264420&folderId=36472&name=DLFE-72701.pdf 

EVT - MANIF CANTADA