UM DIA, HEI-DE CONTAR AO MEU NETINHO:
"EU SOU DO TEMPO... EM QUE AINDA SE RECEBIA O SUBSÍDIO DE NATAL E DE FÉRIAS..."
Aventuras e desventuras dos professores, formadores, contratados ou a recibos-verdes que leccionam na Escola Pública, Profissionais, Colégios, IEFP's, Casa Pia, TEIP's em cursos de UFCD's, EFA's, EFJ's, CNO's, AEC's PIEF's, ...
Aceitam-se contributos: eanossaescolinha@gmail.com
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Vai uma Tosta Mista?
Na minha opinião os novos contratos dos professores contratados deveriam ser semanais. Assim, mal acabassem as aulas nas pausas lectivas, os contratos cessavam, depois eram reconduzidos os mesmos docentes para as reuniões de avaliação de cada final de período! Isto, sim, é que eram cortes na educação e nos professores desgraçados, digo, contratados!
Os sindicatos contestam as colocações da segunda bolsa de recrutamento de professores (Enric Vives-Rubio)
Fenprof incita professores a não assinar contratos "mistos" por serem ilegais
10.10.2011 - 16:03 Por Lusa
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A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) incitou hoje os professores a recusarem-se a assinar os “contratos mistos” por considerar que são ilegais e que a sua celebração poderá trazer “mais prejuízos” aos docentes.
O alerta foi feito hoje ao início da tarde pelo secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, depois de uma reunião de mais de duas horas na Provedoria da Justiça.
“Aqui na Provedoria perguntámos se existia este tipo de contrato em que há um primeiro contrato de 30 dias e depois há uma renovação por tempo incerto. E de facto essa situação não existe”, sublinhou Mário Nogueira, explicando que os juristas da comissão de educação já tinham "alertado" para a ilegalidade deste tipo de procedimento.
A Fenprof vai por isso “alertar os professores para que não assinem os contratos que sejam ilegais, uma vez que na esmagadora maioria dos casos ainda não houve assinatura de contrato”.
Após a reunião na Provedoria, Mário Nogueira explicou que “os contratos ou têm uma duração certa - que pode ser de 30 ou 60 dias ou o ano todo - ou então os contratos referem-se a uma situação incerta, tratando-se de casos de doença em que não se sabe até quando se prolongará. O que não há é regimes mistos. Iremos alertar os colegas para que não se ponham a assinar coisas que podem não ser legais, trazendo mais prejuízos para eles”.
Outro dos temas abordados no encontro prendeu-se com os critérios de selecção das escolas. À agência Lusa, o sindicalista disse ter conhecimento de “critérios vergonhosos de ofertas de escolas” que serão brevemente divulgados. Mário Nogueira lembrou que os concursos para “serem justos” têm de ser “anuais, nacionais, com regras universais e transparentes”.
“Num concurso público toda a gente tem de confiar, mas cada vez mais estes concursos que o ministério de Educação faz geram desconfianças nas pessoas”, criticou Mário Nogueira.
A bolsa de recrutamento de professores foi outro dos temas debatidos na reunião, que durou cerca de duas horas. “Existem indícios muito fortes de que houve nas colocações de 12 de Setembro manipulação dos dados”, disse à saída do encontro Mário Nogueira.
Os sindicatos contestam as colocações da segunda bolsa de recrutamento de professores para preenchimento de horários nas escolas, afirmando que nas listas há horários anuais que surgem como temporários e que por causa disso muitos professores graduados que se candidataram a lugares anuais são automaticamente preteridos em favor de outros professores menos graduados.
“Aqui na Provedoria perguntámos se existia este tipo de contrato em que há um primeiro contrato de 30 dias e depois há uma renovação por tempo incerto. E de facto essa situação não existe”, sublinhou Mário Nogueira, explicando que os juristas da comissão de educação já tinham "alertado" para a ilegalidade deste tipo de procedimento.
A Fenprof vai por isso “alertar os professores para que não assinem os contratos que sejam ilegais, uma vez que na esmagadora maioria dos casos ainda não houve assinatura de contrato”.
Após a reunião na Provedoria, Mário Nogueira explicou que “os contratos ou têm uma duração certa - que pode ser de 30 ou 60 dias ou o ano todo - ou então os contratos referem-se a uma situação incerta, tratando-se de casos de doença em que não se sabe até quando se prolongará. O que não há é regimes mistos. Iremos alertar os colegas para que não se ponham a assinar coisas que podem não ser legais, trazendo mais prejuízos para eles”.
Outro dos temas abordados no encontro prendeu-se com os critérios de selecção das escolas. À agência Lusa, o sindicalista disse ter conhecimento de “critérios vergonhosos de ofertas de escolas” que serão brevemente divulgados. Mário Nogueira lembrou que os concursos para “serem justos” têm de ser “anuais, nacionais, com regras universais e transparentes”.
“Num concurso público toda a gente tem de confiar, mas cada vez mais estes concursos que o ministério de Educação faz geram desconfianças nas pessoas”, criticou Mário Nogueira.
A bolsa de recrutamento de professores foi outro dos temas debatidos na reunião, que durou cerca de duas horas. “Existem indícios muito fortes de que houve nas colocações de 12 de Setembro manipulação dos dados”, disse à saída do encontro Mário Nogueira.
Os sindicatos contestam as colocações da segunda bolsa de recrutamento de professores para preenchimento de horários nas escolas, afirmando que nas listas há horários anuais que surgem como temporários e que por causa disso muitos professores graduados que se candidataram a lugares anuais são automaticamente preteridos em favor de outros professores menos graduados.
domingo, 9 de outubro de 2011
Dia 9 de Outubro de 2011
Ao estilo da Euronews...
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sábado, 8 de outubro de 2011
Tira-Teimas, um caso de polícia ou o Juiz decide?
Concurso de professores nas mãos do procurador-geral da República
06.10.2011 - 15:18 Por PÚBLICO, Lusa
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Os alegados indícios de manipulação de dados durante o concurso de colocação de professores vão ser analisados “cuidadosamente” pelo procurador-geral da República, disse o secretário-geral da Federação Nacional de Professores, à saída de uma reunião com Pinto Monteiro.
Segundo Nogueira, o procurador-geral indicou, no encontro, que os documentos entregues pelos sindicatos serão enviados para o Departamento de Investigação e Acção Penal.
“São documentos de escolas em que facilmente se constata que, durante a segunda bolsa de recrutamento essencialmente, em alguns dias não foi possível descarregar horários anuais, o que distorceu os resultados do concurso”, esclareceu Nogueira, citando vários casos de professores com nove e dez anos de serviço que ficaram excluídos no concurso público devido a estas alegadas irregularidades. Existem “indícios fortíssimos que fazem crer que houve uma manipulação da aplicação, possivelmente para poupar um mês de salário”, acrescentou.
Os problemas surgiram na segunda bolsa de recrutamento, que encerrou a 19 de Setembro. O director-geral de Recursos Humanos da Educação confirmou aos jornalistas que foi feita uma alteração na plataforma informática que gere a colocação dos professores, tendo sido introduzida a data de um mês como duração dos horários em falta nas escolas. Na sequência desta mudança, muitos directores de escolas afirmaram que a partir de dia 15 do mês passado, e durante perto de uma semana, os horários para preencher necessidades anuais foram transformados em mensais, portanto temporários. Os professores mais graduados habitualmente só concorrem a horários anuais e, com esta alteração, vários ficaram por colocar.
Nas bolsas de recrutamento, que se encontram activas até ao final do primeiro período, estão agrupados os docentes que não foram colocados a 31 de Agosto pelo concurso nacional para contratados, e os horários que continuam por preencher nas escolas. Na segunda bolsa foram colocados pouco mais de três mil docentes.
Amanhã, a FENPROF é ouvida na comissão de Educação da Assembleia da República, tencionando pedir a constituição de uma comissão de inquérito.
“São documentos de escolas em que facilmente se constata que, durante a segunda bolsa de recrutamento essencialmente, em alguns dias não foi possível descarregar horários anuais, o que distorceu os resultados do concurso”, esclareceu Nogueira, citando vários casos de professores com nove e dez anos de serviço que ficaram excluídos no concurso público devido a estas alegadas irregularidades. Existem “indícios fortíssimos que fazem crer que houve uma manipulação da aplicação, possivelmente para poupar um mês de salário”, acrescentou.
Os problemas surgiram na segunda bolsa de recrutamento, que encerrou a 19 de Setembro. O director-geral de Recursos Humanos da Educação confirmou aos jornalistas que foi feita uma alteração na plataforma informática que gere a colocação dos professores, tendo sido introduzida a data de um mês como duração dos horários em falta nas escolas. Na sequência desta mudança, muitos directores de escolas afirmaram que a partir de dia 15 do mês passado, e durante perto de uma semana, os horários para preencher necessidades anuais foram transformados em mensais, portanto temporários. Os professores mais graduados habitualmente só concorrem a horários anuais e, com esta alteração, vários ficaram por colocar.
Nas bolsas de recrutamento, que se encontram activas até ao final do primeiro período, estão agrupados os docentes que não foram colocados a 31 de Agosto pelo concurso nacional para contratados, e os horários que continuam por preencher nas escolas. Na segunda bolsa foram colocados pouco mais de três mil docentes.
Amanhã, a FENPROF é ouvida na comissão de Educação da Assembleia da República, tencionando pedir a constituição de uma comissão de inquérito.
FINALMENTE A FENPROF A FAZER ALGO DE JEITO.
ANTES DE AMUAR, QUE TAL NEGOCIAR AS PERCENTAGENS DAS QUOTAS DA ADD?
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A 1ª semana
Neste momento já estou em condições de fazer um balanço sobre a primeira semana
de aulas, relativamente ao comportamento dos alunos:
Em resumo:
- 10% NEE
- 10% Sobredotados
- 10% Parvos
-
10% Candidatos a parvos
-
10% Hiperativos (ou simplesmente parvos com declaração de um médico, amigo dos pais, que justifica a falta de educação do “piqueno”)
-
50% Alunos (simplesmente alunos)
Conclusão: Parece que vou ter um bom ano letivo.
Em relação a colegas, nada como dar um olhar sobre este
post:
http://eanossaescolinha.blogspot.com/2011/01/xiii-tipos-de-perfis-de-professores-o.html
Bom ano letivo para todos
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Estamos de parabéns
Os autores deste blog estão de parabéns.
Porquê?

Fomos todos colocados.
Estamos todos contratados.
O medo é coisa que não nos assiste!
Porquê?
Fomos todos colocados.
Estamos todos contratados.
O medo é coisa que não nos assiste!
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
Nunca piscaria o olho à adaptabilidade...
E elas claudicaram...
Já agora! Parabéns, ao SENHOR director! Fez POKER!
PS - E livrou-se de mais um... lol
PS2 - Mil e umas desculpas para ficar tudo na mesma!
Já agora! Parabéns, ao SENHOR director! Fez POKER!
PS - E livrou-se de mais um... lol
PS2 - Mil e umas desculpas para ficar tudo na mesma!
domingo, 4 de setembro de 2011
SOBRE O CONCEITO DE TOLERÂNCIA
Vamos imaginar uma escolinha profissional particular de gestão camarária.
Vamos imaginar que essa escolinha obrigava os seus professores a picar o ponto aplicando um horário fixo de 35h e referindo que os professores tinham 15 minutos de tolerância.
Imaginemos agora que, sem aviso, aos ordenados dos professores eram retirados alguns euros correspondentes a alegados atrasos.
Se imaginarmos ainda que esses professores iam pedir explicações à direcção, a resposta dela seria, no entanto, inimaginável:
- Tolerância de 15 minutos sim, mas tolerância para picar o cartão 15 minutos antes da hora de entrada!
Ah, bom!!!! Ainda bem que avisaram - isso significa exactamente o quê? Que se o professor chegar meia hora antes tem falta?...
É com histórias destas que até me arrepio quando se fala na municipalização das escolas...
kjkj
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Ensino profissional,
Professores
sábado, 3 de setembro de 2011
SÃO OS DENOMINADOS "CORTES NA DESPESA"
Segundo o Jornal I,
Falta de verbas paralisa cursos profissionais.
Nas escolas privadas de ensino profissional, a angústia é maior. Os recados deixados pela anterior tutela são a única informação de que dispõem. "Primeiro, foi-nos dito que iriam reduzir as turmas, depois disseram que iriam manter o número de alunos, mas teriam de sacrificar os Cursos de Educação e Formação (CEF) que não continuam. Com esta tutela só temos tido silêncio como resposta", conta Luís Trevas, dirigente da Associação Nacional de Escolas Profissionais que diz, no entanto, ter uma reunião com a secretária de Estado do Ensino Básico na segunda-feira, para discutir esta questão. O problema estende-se igualmente às escolas da rede pública que têm alunos a frequentar os CEF e os cursos profissionais. "Os professores estão assegurados, mas falta autorização para contratar os técnicos (mecânicos, serralheiros, electricistas, etc.) que asseguram metade do tempo lectivo destas turmas", explica Manuel Pereira.
O i apurou, no entanto, que parte das verbas para o ensino profissional e CEF está em vias de ser desbloqueada pelo Ministério da Economia, mas apenas para as regiões do Norte, Centro e Alentejo. Lisboa e Algarve são casos mais complicados.
Link: http://www.ionline.pt/conteudo/146741-rentree-escolar-falta-verbas-paralisa-cursos-profissionais-apoio-deficientes-e-escolas-risco
Falta de verbas paralisa cursos profissionais.
Nas escolas privadas de ensino profissional, a angústia é maior. Os recados deixados pela anterior tutela são a única informação de que dispõem. "Primeiro, foi-nos dito que iriam reduzir as turmas, depois disseram que iriam manter o número de alunos, mas teriam de sacrificar os Cursos de Educação e Formação (CEF) que não continuam. Com esta tutela só temos tido silêncio como resposta", conta Luís Trevas, dirigente da Associação Nacional de Escolas Profissionais que diz, no entanto, ter uma reunião com a secretária de Estado do Ensino Básico na segunda-feira, para discutir esta questão. O problema estende-se igualmente às escolas da rede pública que têm alunos a frequentar os CEF e os cursos profissionais. "Os professores estão assegurados, mas falta autorização para contratar os técnicos (mecânicos, serralheiros, electricistas, etc.) que asseguram metade do tempo lectivo destas turmas", explica Manuel Pereira.
O i apurou, no entanto, que parte das verbas para o ensino profissional e CEF está em vias de ser desbloqueada pelo Ministério da Economia, mas apenas para as regiões do Norte, Centro e Alentejo. Lisboa e Algarve são casos mais complicados.
Link: http://www.ionline.pt/conteudo/146741-rentree-escolar-falta-verbas-paralisa-cursos-profissionais-apoio-deficientes-e-escolas-risco
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Os Critérios Dúbios do ME nas Reconduções em Ofertas de Escola (TEIP) e na Bolsa de Professores
Fig1 - Escola TEIP ou Bolsa? TEIP concerteza!
Os professores são mesmos uns coitaditos, para além de migrarem todos os anos, deixando para trás as suas famílias, as suas férias são interrompidas constantemente - ora para manifestarem as suas preferências no Concurso Nacional de Professores ou para se candidatarem às Ofertas de Escola (TEIP), na últimas semanas de Agosto - que não passaram de reconduções.
É interessante falar do "desvio" - só para citar o nossso Ministro das Finanças - de oportunidades nas reconduções, havendo dois regimes diferentes dentro do ME:
i) Na Bolsa de Professores- há uma lista graduada (valorizando-se, sobretudo, a experiência profissional, através do tempo de serviço). Nas Ofertas de Escola (TEIP), um professor recém licenciado pode ultrapassá-lo, basta cair nas graças do CD dessa escola.
ii) No Concurso Nacional de Professores, se um professor for colocado em meados de Outubro, com horário completo, mesmo que no ano lectivo seguinte a sua escola tenha um horário completo para si, esse mesmo horário tem que ir para a Bolsa de Professores (se for incompleto, não há qualquer hipótese), mesmo que o CD dessa escola queira reconduzir esse docente pelo seu bom trabalho, porque o docente tem que ser colocado até 30 de Agosto do ano lectivo transacto. Porém, para as Ofertas de Escola (TEIP), um docente pode ser colocado em Novembro, com um horário incompleto, e se no ano lectivo seguinte houver, porventura, um horário completo ou não, pode ser sempre reconduzido, além do mais com a preferência por ter dado aulas nessa mesma escola....
iii) É por isso que muitos professores, quando são colocados numa escola proveniente da bolsa de professores (mesmo aqueles colocados a 30 de Agosto) e durante o período experimental de um mês são colocados numa escola TEIP, estes abandonam a primeira, porque a segunda é muito mais segura, pois ninguém lhe garante que no ano lectivo seguinte a primeira escola tenha um horário completo para si. Na TEIP, o horário incompleto pode ser sempre reconduzido.
Isto é que é a autonomia de escola que vai ser alargada ao resto do ensino? Estamos tramados! O interessante é verificar que temos todos um mesmo patrão!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
HÁ COISAS QUE NUNCA MUDAM II
Pensava eu que após um dia de emoções à flor da pele, que ainda hoje conseguiria ver no site da DGRHE uma nota informativa com um… simples pedido de desculpas.
Que ingénuo, parvo, burro mesmo que sou!!
Porquê justificar a perto de 50.000 professores que hoje andaram desesperados a tentar aceder à página do próprio MEC? Que gastaram alguns (muitos) euros a tentar saber alguma coisa junto de amigos/colegas? Que chatearam até mais não, os respectivos conjugues/filhos e restantes familiares? Porquê darem-se a esse trabalho?
Afinal, hoje, só esteve em causa milhares de professores (e as respectivas famílias) e perto de 2 milhões de alunos (e respectivas famílias).
Pensava eu que com esta nova equipa a realidade das escolas e a vida de todos os profissionais qualificados fosse mais reconhecida e que os nossos problemas fossem vividos com mais humanidade. Sinceramente, hoje, nem me interessava uma explicação sobre os motivos. Neste momento nem queria saber se o problema foi do servidor, do ministro, do secretário de estado, do informático, do electricista, ou do porteiro. Chegava um pedido sincero de desculpas.
Pensava eu, ingénuo, parvo e burro!
“Diz-me e eu esquecerei, Ensina-me e eu lembrar-me-ei, Envolve-me e eu aprenderei”, Provérbio chinês
Que ingénuo, parvo, burro mesmo que sou!!
Porquê justificar a perto de 50.000 professores que hoje andaram desesperados a tentar aceder à página do próprio MEC? Que gastaram alguns (muitos) euros a tentar saber alguma coisa junto de amigos/colegas? Que chatearam até mais não, os respectivos conjugues/filhos e restantes familiares? Porquê darem-se a esse trabalho?
Afinal, hoje, só esteve em causa milhares de professores (e as respectivas famílias) e perto de 2 milhões de alunos (e respectivas famílias).
Pensava eu que com esta nova equipa a realidade das escolas e a vida de todos os profissionais qualificados fosse mais reconhecida e que os nossos problemas fossem vividos com mais humanidade. Sinceramente, hoje, nem me interessava uma explicação sobre os motivos. Neste momento nem queria saber se o problema foi do servidor, do ministro, do secretário de estado, do informático, do electricista, ou do porteiro. Chegava um pedido sincero de desculpas.
Pensava eu, ingénuo, parvo e burro!
“Diz-me e eu esquecerei, Ensina-me e eu lembrar-me-ei, Envolve-me e eu aprenderei”, Provérbio chinês
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
SOS - PROFESSORES COLOCADOS
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A REALIDADE SEM MAQUILHAGEM
Temos recebido emails de alguns colegas a relatarem a sua situação. Estes mostram como todo este processo está ser conduzido.
Infelizmente e novamente uma vergonha.
Situação 1: Colega colocada numa escola em DACL.
Feliz da vida por ter sido colocada, telefona para a escola a informar da sua situação e a pretender aceitar o horário.
Do outro lado informam a colega que não existe nenhum horário e que se trata de um erro. Colocamos aqui aqueles que consideramos relevantes e os que conseguimos comprovar como verídicos.
Podem continuar a enviar o vosso caso para: eanossaescolinha@gmail.com
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HOJE ESTÁ DE PARABÉNS ...
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HÁ COISAS QUE NUNCA MUDAM
Mais uma vez a apresentação dos resultados dos vários concursos foram uma vergonha. Mais uma vez os servidores do MEC não funcionaram correctamente e deixaram milhares (leia-se largos milhares) de professores à beira de um ataque de nervos.
Mas a falta de respeito vai continuar. Logo à noite os senhores de sempre, vão informar os portugueses (não os professores) que este foi um dia, apesar de uns problemas técnicos causados pela grande afluência à página (esses anormais que querem saber se vão ter trabalho para este novo ano lectivo), de sucesso porque nunca nada se fez em tão pouco tempo. Será aceitável no país dos planos tecnológicos que os blogs tenham feito o trabalho que o MEC não conseguiu fazer? 6 horas para disponibilizar a informação?
Quais são os profissionais licenciados que neste país se sujeitam a isto? Infelizmente apenas os professores. Isto é humilhante e a vontade de começar um novo ano lectivo já não é a maior.
Onde estão os sindicatos agora? Aqueles que estão sempre a aparecer na TV onde estão? Este assunto não interessa? Só a merda (perdoem-me a expressão) da avaliação é que é importante?
Sinceramente estou farto de “pintelhices” e da conversa sistemática e irritante entre sindicatos e MEC. Estou farto da conversa da avaliação. Mas ainda não se percebeu que a avaliação apenas pretende limitar o acesso à progressão na carreira e que ninguém quer saber da qualidade do ensino e da melhoria das aprendizagens.
Ainda esta semana, vou entregar o meu cartão do sindicato, uma vez que já me mete nojo a cassete destes Srs. e apelo a todos os colegas a fazerem o mesmo. Pode ser que assim as coisas mudem e se comecem a tratar dos assuntos que são realmente importantes.
O MEC é mais uma desilusão, particularmente este novo ME. Quem o viu em entrevistas na época pré-Ministro e quem o vê agora. Além do tema avaliação o que fez de realmente importante:
Aumento de alunos por turma.
Não abrir cursos de profissionalização para milhares de professores, presos ao sistema.
Não atribuir Excelente aos contratados.
Não passar contratados para os quadros.
Abrir concursos para TEIP, sem informar os professores, a meio do mês de Agosto.
Reestruturação curricular a pensar na economia e não na qualificação dos alunos.
É verdade Sr. Ministro, agora é que os alunos vão ter realmente melhores qualificações porque todos os professores vão conseguir “Fazer mais e com menos condições”.
Mas a falta de respeito vai continuar. Logo à noite os senhores de sempre, vão informar os portugueses (não os professores) que este foi um dia, apesar de uns problemas técnicos causados pela grande afluência à página (esses anormais que querem saber se vão ter trabalho para este novo ano lectivo), de sucesso porque nunca nada se fez em tão pouco tempo. Será aceitável no país dos planos tecnológicos que os blogs tenham feito o trabalho que o MEC não conseguiu fazer? 6 horas para disponibilizar a informação?
Quais são os profissionais licenciados que neste país se sujeitam a isto? Infelizmente apenas os professores. Isto é humilhante e a vontade de começar um novo ano lectivo já não é a maior.
Onde estão os sindicatos agora? Aqueles que estão sempre a aparecer na TV onde estão? Este assunto não interessa? Só a merda (perdoem-me a expressão) da avaliação é que é importante?
Sinceramente estou farto de “pintelhices” e da conversa sistemática e irritante entre sindicatos e MEC. Estou farto da conversa da avaliação. Mas ainda não se percebeu que a avaliação apenas pretende limitar o acesso à progressão na carreira e que ninguém quer saber da qualidade do ensino e da melhoria das aprendizagens.
Ainda esta semana, vou entregar o meu cartão do sindicato, uma vez que já me mete nojo a cassete destes Srs. e apelo a todos os colegas a fazerem o mesmo. Pode ser que assim as coisas mudem e se comecem a tratar dos assuntos que são realmente importantes.
O MEC é mais uma desilusão, particularmente este novo ME. Quem o viu em entrevistas na época pré-Ministro e quem o vê agora. Além do tema avaliação o que fez de realmente importante:
Aumento de alunos por turma.
Não abrir cursos de profissionalização para milhares de professores, presos ao sistema.
Não atribuir Excelente aos contratados.
Não passar contratados para os quadros.
Abrir concursos para TEIP, sem informar os professores, a meio do mês de Agosto.
Reestruturação curricular a pensar na economia e não na qualificação dos alunos.
É verdade Sr. Ministro, agora é que os alunos vão ter realmente melhores qualificações porque todos os professores vão conseguir “Fazer mais e com menos condições”.
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MEC
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
De Volta à Loucura da Bolsa/Oferta de Escola...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
MOMENTOS DE HUMOR | ADD = EXCELENTE
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
PRÉMIO ARGUMENTO MAIS ESTÚPIDO
Quando o ouvi uma vez, aceitei que a pessoa em causa estava cansada e a ver mal o filme. Depois ouvi o mesmo argumento outra vez. E outra vez. Por outra e outra pessoa. E assumi que não era cansaço. Era mesmo egocentrismo infantil e bacoco.
Assim, e neste encerrar de ano lectivo, o Prémio Argumento Mais Estúpido vai para...
- Esta avaliação é muito injusta, muito arbitrária, blá, blá, blá... mas agora EU também não achava bem que não contasse para o próximo concurso, porque EU esforcei-me tanto, EU fiz tanto show-off, EU perdi tanto tempo a fazer um relatório, que agora também não queria perder o MEU asterisco.
E tirar as palas dos olhos e tentar ver o todo, era assim a modos que difícil para essas cabecinhas, não?
klk
quinta-feira, 14 de julho de 2011
E SE...
O professor Ramiro do blog ProfBlog escreveu hoje um artigo quanto ao desastre que foram os exames do 9º ano relativamente a anos anteriores (os da MLR, onde tudo servia para a estatística...) com o título: "Implicações a tirar da catástrofe: rigor no acesso, prova de ingresso e período probatório". O professor Ramiro associa portanto à partida maus resultados num exame com fraca formação dos professores (o que me leva a pensar se nos anos da MLR o professor Ramiro advogou que os professores estavam mais bem formados que nunca...).
Pois, professor Ramiro, mas eu, não sendo professora de Matemática nem de Português, dou aulas ao 9º ano e conheço os alunos. E conheço os professores. E vi a displicência com que os alunos encararam os exames, sem trazer sequer de casa o material necessário para a prova, até porque "já tive positiva, stôra". E vi também o desânimo e a frustração que os colegas (professores com muitos anos de serviço) demonstraram hoje, depois de batalharem um ano inteiro por coisas tão básicas como a realização dos TPC ou a assiduidade dos alunos, depois de darem aulas extra para preparação para o exame e propondo-se a todos os testes intermédios possíveis.
Pois, professor Ramiro, mas eu, não sendo professora de Matemática nem de Português, dou aulas ao 9º ano e conheço os alunos. E conheço os professores. E vi a displicência com que os alunos encararam os exames, sem trazer sequer de casa o material necessário para a prova, até porque "já tive positiva, stôra". E vi também o desânimo e a frustração que os colegas (professores com muitos anos de serviço) demonstraram hoje, depois de batalharem um ano inteiro por coisas tão básicas como a realização dos TPC ou a assiduidade dos alunos, depois de darem aulas extra para preparação para o exame e propondo-se a todos os testes intermédios possíveis.
Por isso, ponho outra hipótese:
E se...
E se os resultados provarem apenas que
- quanto mais facilitista é o ensino;
- quanto mais os professores forem pressionados a passar os alunos ao longo do ciclo (olhem as metas, as metas!!!!);
- quanto mais os alunos forem passando sem saber;
- quanto mais os alunos puderem faltar sem consequências;
- quanto mais os alunos souberem que independentemente do seu esforço, hão-de passar de qualquer maneira, nem que seja num Centro Novas Oportunidades num cursinho dado em apenas 1 ano...
Menos empenho há e que por isso piores serão os resultados?
Não sei, acho que este aspecto também podia merecer reflexão, porque achar que uma prova de acesso à profissão era o suficiente para por os alunos a estudar, parece-me uma visão um bocado simplista...
hjhj
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
À DERIVA
Ainda hoje falei com um elemento de um Conselho Executivo que me dava a seguinte informação relativamente aos horários para 2011/2012 que têm de ser entregues na DGRHE até dia 22 deste mês: "temos a distribuição de serviço parada porque o que nos é dito em reuniões com outras escolas é que estão para sair novas directrizes".
Não é preciso um mestrado em organização escolar para perceber que caso as novas directrizes cheguem, chegam tarde; caso não cheguem, está a ser empatado de forma injustificada o trabalho das escolas. E em qualquer uma das situações, o ME não se sai bem na fotografia...Não seria uma boa altura para a implosão defendida pelo Nuno Crato?
A educação está a duas velocidades. De um lado, o ritmo do novo ministro, Nuno Crato, que até ao fim deste mês irá informar as escolas das alterações que pretende introduzir no próximo ano lectivo; do outro, o calendário da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE), que impõe aos estabelecimentos de ensino prazos para decidirem sobre a organização curricular.
kjkj
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Educação,
Recorte de imprensa
sexta-feira, 8 de julho de 2011
E ENQUANTO FAZEM PORTFÓLIOS...
E enquanto investem em relatórios de auto-avaliação e portfólios e floreados, no mundo real as coisas estão assim:
"As escolas receberam indicações da tutela para que os professores em contrato de substituição cessassem funções em Julho, com a agravante de dispensarem as pessoas sem gozarem os dias de férias a que tinham direito. Isto afecta alguns milhares de professores", disse ao CM João Dias da Silva, da Federação Nacional da Educação. A tutela escusou-se a tecer comentários.
lklk
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PARA A MOODY'S, COM UM BEIJINHO
Já que é lixo, paguemos até à última beata. Também não gosto de ficar a dever nada a ninguém...
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO
A pedido de milhares de colegas que não encontram as respostas que necessitam e não querem gastar dinheiro no livro colocado no anterior post, aqui deixamos um livro da nossa autoria.
Uma vez termos assistido ao sofrimento de vários colegas, os mesmos que não sabem como elaborar actas, relatório de departamento ou relatórios de visitas de estudo pensámos ser esta a melhor oportunidade para lançar este livro.
- Colega, o stress vai acabar porque o livro vai ajudar
- Colega, não deixe para amanhã o relatório que iria elaborar depois de todos os outros (em modo copy-paste).
- Colega, a privada (universidade) não te instruiu mas aqui os colegas não são do piorio.
Nota:
Todos os que desejarem receber esta excelente obra, basta enviarem um email a solicitar o envio do mesmo.
Publicada por
Prof.º Macambúzio
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19:08
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
É QUE ERA PRECISO...
É que era preciso eu estar muito histérica para dar 15€ por um livro para fazer um relatório de 6 páginas, cuja avaliação é subjectiva e ninguém sabe muito bem para o que servirá. E, pior ainda, sabendo que o relatório nestes moldes não existirá no ano que vem. Acho que seriam as 6 páginas mais caras que alguma vez escrevi na vida...
terça-feira, 5 de julho de 2011
RECIBOS VERDES TAMBÉM TÊM CORTE NO 13º MÊS
O que???? Mas eu nem tenho 13º mês?
Tal como noticiado no jornal Correio da Manhã:
"Os recibos verdes não vão escapar ao imposto extraordinário anunciado por Passos Coelho, mesmo que esses contribuintes não recebam subsídio de Natal. A fórmula a aplicar pela tributação autónoma vai contemplar o rendimento anual bruto, a que será subtraído o valor do salário mínimo vezes 14 meses. Será aplicada então a taxa de 50% sobre 1/14-avos do valor obtido."
Lindo, lindo vai ser quem no mês de Dezembro tiver um vencimento (recibo verde) de poucos euros (porque até nem teve muito trabalho) ter de pagar centenas de euros. É pagar para trabalhar.
O tão preocupado Paulo Portas, que na oposição criticou de forma veemente a introdução do novo código contributivo - principalmente para os trabalhadores independentes, agora não critica nem se pronuncia sobre as medidas adoptadas pelo seu próprio governo.
Recordando:
“De que é que vale trabalhar num país onde um jovem que começa a sua vida laboral é sacrificado por impostos, contribuições e taxas que já não são imposto, são confisco"
“Como é que um jovem pode sonhar subir legitimamente na vida num Estado confiscatório como este?”
"Alguém tem de chamar a atenção. Alguém tem que pôr juízo nesta questão do Código Contributivo»
No debate quinzenal com o primeiro-ministro, José Sócrates, aberto pelo CDS-PP, Paulo Portas considerou que a proposta para o novo Código Contributivo é "uma verdadeira lei de extorsão fiscal" que "tem que ser discutida politicamente na Assembleia da República".
Ele que gosta tanto de chapéus, está neste momento a enfiar um dos grandes a milhares de portugueses. É assim a política em Portugal. Novos cargos, novas atitudes.
Já agora deixo também algumas medidas.
Obrigar todos os portugueses a pagar uma taxa por utilização de embarcações de recreio! Ah e tal mas eu em sequer tenho barco! Azar.
Pagamento de um imposto por utilização de oxigénio mais puro, ou seja, todos os portugueses que moram acima do 4º andar devem pagar uma taxa acrescida.
Nova taxa sobre o número de horas de sol em Portugal Continental. A taxa incidia sobre a localidade com maior n.º de horas de sol. A cada mineiro era ainda cobrada uma taxa adicional.
Novo imposto sobre a utilização do TGV entre Freixo de Espada à Cinta e Paris a construir perto do novo aeroporto de Santa Comba Dão. Os estudos iniciam em 2055.
Bem, já chega... esta última parte foi só para não mandar todos estes políticos a diversos sítios.
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Tal como noticiado no jornal Correio da Manhã:
"Os recibos verdes não vão escapar ao imposto extraordinário anunciado por Passos Coelho, mesmo que esses contribuintes não recebam subsídio de Natal. A fórmula a aplicar pela tributação autónoma vai contemplar o rendimento anual bruto, a que será subtraído o valor do salário mínimo vezes 14 meses. Será aplicada então a taxa de 50% sobre 1/14-avos do valor obtido."
Lindo, lindo vai ser quem no mês de Dezembro tiver um vencimento (recibo verde) de poucos euros (porque até nem teve muito trabalho) ter de pagar centenas de euros. É pagar para trabalhar.
O tão preocupado Paulo Portas, que na oposição criticou de forma veemente a introdução do novo código contributivo - principalmente para os trabalhadores independentes, agora não critica nem se pronuncia sobre as medidas adoptadas pelo seu próprio governo.
Recordando:
“De que é que vale trabalhar num país onde um jovem que começa a sua vida laboral é sacrificado por impostos, contribuições e taxas que já não são imposto, são confisco"
“Como é que um jovem pode sonhar subir legitimamente na vida num Estado confiscatório como este?”
"Alguém tem de chamar a atenção. Alguém tem que pôr juízo nesta questão do Código Contributivo»
No debate quinzenal com o primeiro-ministro, José Sócrates, aberto pelo CDS-PP, Paulo Portas considerou que a proposta para o novo Código Contributivo é "uma verdadeira lei de extorsão fiscal" que "tem que ser discutida politicamente na Assembleia da República".
O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, assinou a 16 de Janeiro uma petição lançada na Internet pelos democratas-cristãos contra o novo código contributivo da Segurança Social e apelou a uma "onda" da sociedade civil face ao "aumento encapotado de impostos".
Ele que gosta tanto de chapéus, está neste momento a enfiar um dos grandes a milhares de portugueses. É assim a política em Portugal. Novos cargos, novas atitudes.
Já agora deixo também algumas medidas.
Obrigar todos os portugueses a pagar uma taxa por utilização de embarcações de recreio! Ah e tal mas eu em sequer tenho barco! Azar.
Pagamento de um imposto por utilização de oxigénio mais puro, ou seja, todos os portugueses que moram acima do 4º andar devem pagar uma taxa acrescida.
Nova taxa sobre o número de horas de sol em Portugal Continental. A taxa incidia sobre a localidade com maior n.º de horas de sol. A cada mineiro era ainda cobrada uma taxa adicional.
Novo imposto sobre a utilização do TGV entre Freixo de Espada à Cinta e Paris a construir perto do novo aeroporto de Santa Comba Dão. Os estudos iniciam em 2055.
Bem, já chega... esta última parte foi só para não mandar todos estes políticos a diversos sítios.
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Publicada por
Prof.º Macambúzio
à(s)
11:39
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
SURPRESA, SURPRESA!
Insucesso escolar. Plano para salvar alunos faltosos foi um fracasso
ÇLÇ
A tentativa foi "bem-intencionada" e a medida cheia de "boa vontade". É pena ter sido um fracasso. Na anterior legislatura, os deputados do PS e do CDS/PP decidiram dar uma oportunidade a quem não aparece nas aulas. As escolas passaram a ser obrigadas a fazer um plano individual de trabalho (PIT) para os alunos que ultrapassam o limite de faltas injustificadas. A regra consta do novo Estatuto do Aluno e foi testada no ano lectivo que agora terminou. Chegou o momento de conhecer os resultados: "Não foi de modo algum eficaz", explica Agostinho Guedes, director da Escola Secundária Inês de Castro, em Gaia. Que é o mesmo que dizer que esses planos são "inócuos e só serviram para aumentar a burocracia e o trabalho dos professores", acrescenta Teresa Lopes, do Agrupamento Ibn Mucana, em Alcabideche (Cascais).
ÇLÇ
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ACHO ÓPTIMO...
Numa escolinha algures pelo país, em reunião de Conselho Geral, e perante a evidência do aumento do abstentismo, abandono e indisciplina, é deixado em acta, entre outras recomendações, que:
"(...)No próximo ano lectivo, as turmas mais difíceis sejam atribuídas aos docentes com melhor avaliação pois, sendo esta digna e justa, estes docentes são obviamente os mais capacitados."
Ora bem! Peguem lá num CEF manhoso e mostrem a vossa excelência!
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